De trainee a novo banqueiro: Conheça a trajetória de Rodrigo Borges

Por Social Bank 27 nov 20

Uma curiosidade pouco conhecida sobre o Social Bank é que a família do nosso fundador, Rodrigo Borges, não tem nada a ver com o setor bancário.

“Sou um ser humano comum, brasileiro, que veio de família humilde. Meu pai era empregado de uma oficina mecânica e minha mãe costurava em casa”, conta Borges.

Sermos outsiders refletiu na maneira como fazemos as coisas por aqui, desenvolvendo soluções sustentáveis e focadas nas pessoas.

E, por levar a sério nossa missão, em 2020, fomos reconhecidos pelo impacto social em premiações de inovação, como Innovation Awards Latam.

Em resumo, significa que o Social Bank atende às melhores práticas sociais, ambientais e de governança – incluindo apoio humanitário a refugiados e venezuelanos.

Mas, para entender como chegamos até aqui, vale a pena conhecer a trajetória do nosso fundador.

Necessidade e oportunidade

Formado em administração pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), o primeiro negócio de Rodrigo Borges passava longe de uma trajetória no sistema financeiro.

“Na faculdade, tive a ideia de montar um site de venda de carros usados, o Meu Veículo (2000), para ajudar no orçamento de casa. O negócio foi pra frente e, quando meu pai faliu, se tornou a única fonte de renda da família”, diz.

Ao sabor do destino, o jovem empreendedor se mudou para fazer um MBA pela ESPM, em São Paulo, e os pais continuaram o negócio de carros em Uberlândia.

De trainee a executivo

Morando em uma quitinete alugada, em Santo Amaro, seu primeiro emprego na capital foi como vendedor de carros.

“No início, me sentia um peixe fora d’água porque eu só sabia vender carros e, durante três meses, trabalhei com isso em uma loja de veículos até conseguir entrar como trainee nas Lojas Americanas”, recorda.

Rodrigo entrou na primeira turma do programa, em 2002, quando a varejista se preparava para oferecer o canal de vendas online que chamamos hoje de Americanas.com.

Não demorou muito para se tornar diretor geral e aprender uma das lições mais valiosas da carreira: “Errar com dinheiro dos outros é mais barato. Errei pra caramba pra ter competência”.

Com grande experiência acumulada no setor varejista, Rodrigo foi escolhido para estruturar a área B2C, ou “Business to Consumer”, no Submarino, assim como fez na Americanas.com.

“Na Americanas.com, crescemos em um ritmo sustentável e com grandes oportunidades pelo início do varejo online no Brasil. Na época, demos um salto no faturamento anual, saímos de R$ 8 milhões para R$ 1 bilhão”, afirmou.

Contava, então, seis anos. Em 2008, tocando grandes projetos dentro da B2W (fruto da união dos sites Submarino e Americanas.com), ele já era um executivo de sucesso no varejo digital.

Com passagem também pelo Magazine Luiza, onde entregou o processo de construção do e-commerce da empresa, largou a carreira para embarcar em uma ambiciosa missão.

Com dinheiro próprio, pagava funcionários para trabalhar no seu novo empreendimento, em São Paulo, até as coisas começarem a sair do papel.

“Percebi uma necessidade nas empresas em premiar e reconhecer pessoas pelo seu trabalho. Comecei a pensar em alguns nomes, entre eles, ‘Agradinho’, ‘Vale-Agradinho’ até chegar em ‘Vale Presente’. Em 2011, procurei a Mastercard com essa ideia e fundei a primeira empresa (não financeira) emissora de cartões do mundo”, relata Rodrigo.

Em 2015, o negócio evoluiu para uma holding de empresas de serviços financeiros, a Hub Fintech, que tinha entre os clientes a Caixa e o aplicativo 99.

Afinal, como surgiu o Social Bank?

Em 2017, após o hiper crescimento da Hub, largou a carreira para embarcar em um sonho maior.

“Saí para empreender em algo novo, que tivesse um propósito. Queria facilitar o acesso a serviços financeiros e construir um negócio realmente mais simples e humano”, diz Rodrigo.

“Queremos ressignificar os valores da sociedade”. – Rodrigo Borges

Quando o Social Bank nasceu como fintech, em março de 2017, foi liberada uma versão beta para usuários convidados testarem a conta digital.

O lançamento oficial ocorreu em outubro, daquele mesmo ano, com foco no Social Cash, uma plataforma de apoio financeiro entre pessoas.

Entre os primeiros Social Bankers (como os funcionários da empresa viriam a ser chamados alguns anos depois) estava a gerente comercial Debora Sumitomo.

Na época, a jovem estudava e entrou como estagiária na nova empresa.

“Minha trajetória profissional com o Rodrigo iniciou há quase 15 anos, conheci ele na fase de fusão da Americanas.com com o Submarino, atual B2W, onde construí os primeiros passos de minha carreira (…) em 2008 ainda na B2W, ele comentou a respeito de seus planos, fundar uma empresa no mercado de gift cards e na ocasião veio o convite para participar do projeto e trabalhar nesta nova empreitada com ele. E não deu outra: este projeto (sonho) veio a se tornar realidade em 2011.

Rodrigo é muito visionário. Enquanto pensamos no aqui e agora, ele já vislumbra crescimento, oportunidades e visão de mercado, a médio e longo prazo, trazendo sempre muito dinamismo para o negócio, tornando o ambiente propício, que impulsiona ao desenvolvimento e desafiador.”

Debora Sumitomo

O Jeito Social Bank 

Rodrigo mostra que tem um jeito inovador e objetivo de olhar um negócio.

Ele diz que o crescimento do Social Bank, apesar das dificuldades no mercado, é porque a empresa soube montar a equipe e valorizar a diversidade, incluindo as pessoas como elas são.

“Com foco e clareza temos feito muito para levar serviços de qualidade a quem tem pouco ou quase nada. Não queremos crescer a operação em número de funcionários. Queremos que os profissionais que estão com a gente cresçam e se desenvolvam junto à transformação que estamos criando e que queremos refletir no mundo lá fora”, projeta.

Verdadeiramente digital e sustentável

Aqui no Social Bank a gente não se preocupa apenas com resultados, mas também com o impacto das nossas práticas sociais, ambientais e de governança.

“Nossas soluções resolvem os problemas dos nossos clientes de um jeito simples, transparente e melhor para o mundo”, afirma.

Desenvolvemos soluções com o propósito de eliminar intermediários e de resgatar valores como a confiança e a colaboração em sociedade.

Por aqui, fazemos tudo com foco nas pessoas e no impacto que podemos gerar para o mundo.

Se você é cliente do Social Bank, saiba que faz parte de uma transformação verdadeiramente digital e sustentável.

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