5 dicas para facilitar o controle de pagamento na sua construtora

Por Social Bank 12 maio 21

O setor da construção civil vem enfrentando, principalmente depois da crise imobiliária de 2008, constantes instabilidades no setor. Dentro desse cenário de incertezas, foi essencial que as construtoras e incorporadoras criassem estratégias para continuar lucrando.

Nesse contexto, o controle de contas a pagar e receber torna-se fundamental para a garantia dos resultados esperados. Essa ação, na verdade, deve fazer parte da rotina de qualquer negócio, afinal, é necessário planejamento financeiro para garantia do sucesso do seu empreendimento, concorda?

Assim, elaboramos algumas dicas para facilitar o controle de pagamentos na sua construtora. Confira!

O que é controle de contas a pagar e receber?

Para começarmos, é imprescindível que se conheça o conceito de gestão financeira. Essa é uma área essencial para o desenvolvimento de qualquer empresa, uma vez que é responsável pelo fornecimento de recurso que fará toda a organização funcionar de modo eficiente.

O conceito de controle de contas a pagar, de modo específico, faz parte da gestão financeira e se relaciona com o controle de entrada e saída de dinheiro no caixa. É um registro de gastos em geral e pagamentos, que podem ser de insumos, ou de pessoal, além de empréstimos e rendimentos. Quando é efetuado esse controle, a construtora evitará prejuízos financeiros em razão de contas em atraso.

O que é necessário para manter as finanças controladas?

No ramo da construção civil é muito comum que imprevistos ocorram e impactem o orçamento final. Oscilações na produtividade, além de gastos inesperados podem tornar os projetos mais caros.

Então, um dos maiores desafios enfrentados pelas construtoras é manter o caixa sempre positivo apesar dos contratempos. Veremos adiante 5 dicas práticas para facilitar esse controle!

1. O cronograma compatível com o orçamento

Para começar, é essencial que o cronograma da obra esteja alinhada ao orçamento da obra a ser executada. Além disso, é necessário verificar se as ferramentas utilizadas para efetuar esse processo são eficazes.

O principal objetivo na realização desse processo, é a previsão de gastos de cada etapa da construção, então, é crucial a utilização de um software, ou planilha que faça o cruzamento de dados que projetem de modo preciso os gastos futuros.

Sabemos que, por mais simples que seja um projeto de construção civil, ele conta com fases complexas de edificação. Utilizando essas técnicas as decisões estarão pautadas em um orçamento organizado e compatível com o progresso de construção.

2. Controle de fluxo de caixa

O monitoramento do fluxo de caixa é responsável pelo controle de entrada e saída de capital. Essa análise permite identificar a falta ou excesso de recursos dentro do empreendimento.

Então, é necessário que os gestores tenham uma boa relação com essa área de administração para saber lidar com as constantes crises de mercado, tendo em mente que determinadas transações necessitam de um tempo para se tornarem concretas.

3. Verificação das oportunidades de desconto

É preciso aproveitar quaisquer oportunidades de desconto, por mais ínfimo que possa parecer. Como sabemos, em muitas situações, se o pagamento de algumas compras for realizado à vista, acaba saindo um pouco mais barato.

Uma pesquisa de preço com múltiplos fornecedores também poderá surtir em significativa economia no final da obra, visto que a competitividade é marca registrada do mercado

4. Atenção ao pagamento de tributos

Pagar tributos é uma obrigação imposta por lei. É essencial que você esteja em dias com a quitação de impostos, de taxas e de outras contribuições. Não apenas pelas penalizações as quais o sonegador estará sujeito, mas também para manter uma imagem de probidade do empreendimento frente ao mercado.

Então, inclua no seu orçamento todos os tributos que sua obra será obrigada a pagar, além dos prazos de vencimento. Afinal, não queremos gastos excessivos e desnecessários no decorrer dos trabalhos.

5. Cálculo total dos gastos

Uma obra requer gastos com diversas áreas, das mais insignificantes às mais importantes para executar a edificação. Então, um erro comum dos gestores de obras é não levar em consideração os gastos aparentemente mais triviais, mas, que na verdade, são de suma importância à rotina de trabalhos.

Assim, gastos emergenciais com material de limpeza ou manutenção do maquinário devem estar previstos, pois, apesar de muitas delas parecerem ínfimas, quando somadas, geram um grande impacto no caixa.

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